10Human
As pessoas, não as ferramentas

Um 10Human é uma pessoa a sério. A sua.

Não se compra um 10Human: torna-se um alguém que já trabalha consigo. O que se liga é o 10Agent, e a partir desse dia a mesma pessoa faz o trabalho de dez. Aqui estão seis ofícios, e o que muda para cada um.

Os seis

Seis ofícios, o mesmo software, seis dias diferentes.

Nenhum destes é um produto à parte: é a central operacional vista do posto de seis pessoas diferentes. Cada uma vê a sua, e nenhuma tem de aprender as outras cinco.

CRM e vendas

O comercial que fecha, em vez de atualizar.

Negócios, propostas, notas e chamadas estão no mesmo sítio do trabalho que daí decorre. Ninguém «atualiza o CRM» à noite: o CRM já está atualizado porque é onde o trabalho acontece.

  • Um negócio é um projeto: tem objetivo, valor e prazos
  • Os emails já estão ligados à pessoa e ao negócio de que falam

Apoio ao cliente

O ticket nasce onde termina, não noutro software.

Entra uma participação, ganha uma fila, um responsável e um relógio. Quem responde tem à frente a história do cliente, não só a última mensagem.

  • Um ticket é um projeto com a sua fila: atribui-se, comenta-se, fecha-se
  • A resposta chega já preparada, e é uma pessoa que a envia

Administração

As faturas e o banco deixam de ser dois mundos.

Importam-se os movimentos, registam-se as faturas e reconcilia-se, no mesmo sítio dos projetos a que esse dinheiro pertence. E os documentos assinam-se daqui.

  • Banco, registo e reconciliação num só ecrã
  • Assinatura de documentos dentro do projeto, sem imprimir nada

Promoção

Ser encontrado, sem que se torne um trabalho à parte.

A página pública da empresa e a da pessoa, as campanhas, o outreach: preparam-se onde já estão os contactos, com os consentimentos que esses contactos deram.

  • Campanhas feitas sobre os contactos que tem, não sobre listas compradas
  • Uma página pública sua, e outra para a empresa

Recrutamento

Quem contrata deixa de fazer de secretaria da seleção.

Procurar uma pessoa é um projeto como os outros: candidatos, entrevistas, prazos e decisões numa só fila, do primeiro CV à assinatura.

  • Cada procura é um projeto, com os seus candidatos e prazos
  • Os candidatos estão na lista de contactos, com o histórico do que se disse

Pessoas

Quem mantém a equipa unida, e vê o seu estado sem perguntar.

Equipas, funções e permissões não são uma folha à parte: são a forma da organização, e decidem o que cada um vê. Muda-se de papel, muda-se de perímetro, e pronto.

  • Equipas e hierarquia a sério, com as permissões que daí decorrem
  • O perímetro tem duas dimensões: o que pode fazer, e sobre o quê

Nenhum deles aprende um software novo. Aprendem que uma coisa que demorava uma hora agora se revê em cinco minutos.

As perguntas que voltam sempre

Todas as semanas, as mesmas perguntas.

Os estudos do setor dizem que cerca de sete gestores em cada dez perdem mais de uma hora por semana a responder sempre às mesmas coisas, e cerca de um em cada cinco perde mais de três. A questão não é serem perguntas difíceis: a resposta já existe algures, e mesmo assim passa por uma pessoa.

  1. «Como é que se faz isto no software?»

    Ouve-a perguntar quase um em cada dois

    O 10Pilot fá-lo enquanto lho pedes, em vez de te explicar onde carregar.

  2. «A quem tenho de perguntar isto?»

    Ouve-a perguntar cerca de um em cada três

    O organigrama e a lista de contactos sabem quem faz o quê, e quem responde pelo quê.

  3. «Qual é a regra da empresa sobre isto?»

    Ouve-a perguntar cerca de um em cada quatro

    Está nos documentos, e procura-se: quem a procura encontra-a, sem perguntar a ninguém.

  4. «Como é que lanço a despesa da deslocação?»

    Ouve-a perguntar cerca de um em cada cinco

    Vai para a deslocação, segue para aprovação, e o estado vê-se sem escrever a ninguém.

  5. «O que diz o meu contrato sobre isto?»

    Ouve-a perguntar cerca de um em cada oito

    No processo da pessoa. Vê-o ela e vê-o quem tem a área de RH — não a empresa toda.

  6. «Quando é a minha avaliação, e como estou a ir?»

    Ouve-a perguntar cerca de um em cada nove

    O ciclo diz quando, e os objetivos dizem em que ponto estás. Sem esperar que alguém te diga.

  7. «Isto está avariado, a quem digo?»

    Ouve-a perguntar cerca de um em cada nove

    Uma participação, com a página e o erro já anexados. E vê-se que chegou.

O que o 10Human hoje NÃO responde: as picagens, os dias de férias que restam, o recibo de vencimento, os turnos da semana, os benefícios e as formações obrigatórias. Não existem, por isso o agente não os inventa — e se precisas disso, hoje precisas também de um software de RH.

As perguntas

Antes de escolher o ofício por onde começar.

Qual é a diferença entre um 10Human e um 10Agent?

O 10Agent é o software, o 10Human é o resultado. O agente é aquilo que construímos; o 10Human é a pessoa que já tinhas e que, com esse agente ao lado, faz o trabalho de dez. Se amanhã o agente desaparecesse, ficaria uma pessoa melhor, não um buraco no organigrama.

As minhas pessoas têm de ser técnicas?

Não: e se fosse preciso, teríamos feito o produto errado. Quem usa um agente faz o mesmo ofício de antes: escreve em linguagem normal o que precisa, e o agente faz. A parte técnica ficamos nós com ela: é por isso que vendemos um produto e não um curso.

Por qual dos seis ofícios convém começar?

Por aquele que perde mais horas em coisas que se repetem iguais: quase sempre vendas ou apoio, porque o volume está aí. Mede-se antes, torna-se AI first em semanas, olha-se para o número e passa-se ao seguinte. Seis ofícios ao mesmo tempo na primeira volta não os faz ninguém.

Descubra por onde começa a sua empresa AI first.

Conte-nos em duas linhas de onde parte a sua empresa, ou toque na bolha e diga-o em voz alta, que o assistente preenche enquanto fala. Voltamos com uma proposta concreta: que processo tornar AI first primeiro, e o que muda para as pessoas que lá trabalham.

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